Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/middle-ground-is-illusion.html
Friday, January 3, 2014
O Meio-Termo é uma Ilusão
Há um considerável grupo centrista, uma tribo de pessoas que ficam “em cima do muro” e que abrigam a ilusão de meio-termo entre pró-feministas e antifeministas. Este pessoal é quase sempre recheado de clichês, marcado pela superficialidade do seu entendimento político, e saturado pelas convenções do discurso feminista. Estes indivíduos não conseguem compreender que o seu meio-termo é uma condição transitória e que o crescimento da polarização vai finalmente reduzir aquele argumento a nada. No final, eles vão ser empurrados de seu muro e forçados a tomar uma posição — ou para o lado do supremacismo feminino, ou para o lado oposto a este.
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/middle-ground-is-illusion.html
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/middle-ground-is-illusion.html
A Natureza Ecológica da Dificuldade
Há uma ecologia social masculina. Da mesma forma, existe uma ecologia social feminina. Mas antes, há uma ecologia social pura e simples para ambos, um grande círculo que envolve igualmente homens e mulheres e transita entre eles. Convenhamos: homens e mulheres vivem no mesmo planeta, suas fisiologias são majoritariamente as mesmas, bebem a mesma água e respiram o mesmo ar, são indispensáveis um ao outro como espécie, e o bem-estar de ambos está interligado em uma infinidade de maneiras que não precisamos ter a esperança de desvendá-las.
E sim, as feministas gostam de trombetear a idéia de que as mulheres são o sexo “ecológico”, aquele que encarna as virtudes de parentesco, de interdependência, de intuição, de sentimento holístico e assim por diante. Eu vou omitir “as mulheres” da discussão aqui, mas eu não posso perder a ironia monumental de que não há nada ecológico no feminismo, o qual sua práxis holística tem sido completamente feminino-solipsista, para não falar de supremacista. Por toda a sua retórica verde, o movimento das mulheres tem persistentemente agido alheio à natureza sexualmente interdependente de bem-estar humano.
Veja bem, o bem-estar das mulheres não é uma caminhonete Monster 4X a qual você pode dirigir em qualquer lugar que quiser, derrubando cercas e canteiros, e passando por cima do bem-estar dos homens, como se tal coisa existisse. Não, você não pode destruir metade de uma ecologia social, sem repercussão sobre a outra metade. Perdoe-me por insistir no óbvio, mas você não pode envenenar apenas metade de um poço. O veneno irá se espalhar rapidamente para a outra metade, e quando isso acontecer, você não pode culpar essa metade pelas conseqüências. Se você jogou o veneno dentro do poço, então VOCÊ é a única culpada.
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/02/the-ecological-nature-of-difficulty.html
E sim, as feministas gostam de trombetear a idéia de que as mulheres são o sexo “ecológico”, aquele que encarna as virtudes de parentesco, de interdependência, de intuição, de sentimento holístico e assim por diante. Eu vou omitir “as mulheres” da discussão aqui, mas eu não posso perder a ironia monumental de que não há nada ecológico no feminismo, o qual sua práxis holística tem sido completamente feminino-solipsista, para não falar de supremacista. Por toda a sua retórica verde, o movimento das mulheres tem persistentemente agido alheio à natureza sexualmente interdependente de bem-estar humano.
Veja bem, o bem-estar das mulheres não é uma caminhonete Monster 4X a qual você pode dirigir em qualquer lugar que quiser, derrubando cercas e canteiros, e passando por cima do bem-estar dos homens, como se tal coisa existisse. Não, você não pode destruir metade de uma ecologia social, sem repercussão sobre a outra metade. Perdoe-me por insistir no óbvio, mas você não pode envenenar apenas metade de um poço. O veneno irá se espalhar rapidamente para a outra metade, e quando isso acontecer, você não pode culpar essa metade pelas conseqüências. Se você jogou o veneno dentro do poço, então VOCÊ é a única culpada.
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/02/the-ecological-nature-of-difficulty.html
Tuesday, December 31, 2013
O Objetivo deste Blog
Este blog é um dispositivo de disseminação-meme. Ele é chamado de “Contra-Fragmentos", porque apresenta fragmentos da filosofia contrafeminista — às vezes uma ou duas frases, mas geralmente um curto parágrafo. Cada trecho é projetado para ser memorável e para ficar na mente do leitor. Fazendo assim, isso pode criar raízes e crescer como uma semente.
A mente direcionada pode abraçar o material ou rejeitá-lo. Isso não importa. A meta é espalhar memes e infundir um certo tom intelectual na ideosfera cultural. E nos propomos a realizar isso, como metaforicamente sugerido, espalhando sementes ao vento.
Pessoas com o mesmo objetivo estão convidadas a participar no trabalho de propagação desses trechos na ideosfera através de meios de comunicação como o Facebook, o MySpace, o Twitter, e-mail, hiperlinks, além de documentos físicos convencionais no mundo offline.
Observe que eu “fixei” essa postagem em uma data futura. A postagem estará sempre no topo do acervo, por isso, se você quiser ver a entrada mais recente, olhe para o ponto imediatamente abaixo dela.
Para nos seguir no Twitter, é só procurar por @fidelbogen.
Observe que os botões de compartilhamento estão convenientemente colocados no final de cada postagem. Utilize-os.
A mente direcionada pode abraçar o material ou rejeitá-lo. Isso não importa. A meta é espalhar memes e infundir um certo tom intelectual na ideosfera cultural. E nos propomos a realizar isso, como metaforicamente sugerido, espalhando sementes ao vento.
Pessoas com o mesmo objetivo estão convidadas a participar no trabalho de propagação desses trechos na ideosfera através de meios de comunicação como o Facebook, o MySpace, o Twitter, e-mail, hiperlinks, além de documentos físicos convencionais no mundo offline.
Observe que eu “fixei” essa postagem em uma data futura. A postagem estará sempre no topo do acervo, por isso, se você quiser ver a entrada mais recente, olhe para o ponto imediatamente abaixo dela.
Para nos seguir no Twitter, é só procurar por @fidelbogen.
Observe que os botões de compartilhamento estão convenientemente colocados no final de cada postagem. Utilize-os.
Thursday, June 13, 2013
Feminismo e Justiça
Lembre-se que TODO o feminismo está concentrado em um sistema de carma interligado. TODO o feminismo contribui para uma trajetória evolutiva que aponta para um futuro feminista radical. E TODAS as feministas são participantes nessa trajetória pelo simples ato de participar do feminismo em si. Então ouça o que as feministas radicais estão dizendo, porque elas estão constantemente discutindo o tipo de mundo que desejam criar — ou seja, o tipo onde a “justiça” seja obtida mediante uma virtual eliminação do sexo masculino. Esse é o tipo de mundo para o qual TODO o feminismo, em sua lógica conjunta orgânica, está gradualmente nos conduzindo. Até mesmo as feministas que não falam sobre tais coisas estão contribuindo para isso. Sim, eu disse TODO o feminismo — e todas as feministas. Não apenas o tipo radical. O feminismo é monolítico, e se você já viu uma feminista, você viu todas elas.
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/feminism-and-justice.html
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/feminism-and-justice.html
O Feminismo Acadêmico e o Feminismo Popular
O feminismo divide-se amplamente em dois grupos culturais: o feminismo acadêmico (mais intelectual), e o feminismo popular (menos intelectual). Estes fazem os extremos opostos de uma polaridade, com um contínuo que se estende entre eles. Todo o feminismo precisa tanto de grupos acadêmicos quanto de grupos populares. O grupo acadêmico é necessário para que o feminismo tenha uma vanguarda intelectual — para que a cobra tenha uma cabeça, em outras palavras. O grupo popular é necessário para que a ideologia de vanguarda seja demograficamente encarnada em números — para que a cobra tenha um corpo, em outras palavras. As idéias sofisticadas originam-se do grupo acadêmico, e escorrem para o grupo popular pelo processo de popularização.
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/academic-feminism-and-pop-feminism.html
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/academic-feminism-and-pop-feminism.html
O Setor Não-feminista é uma Entidade Soberana
Nós do setor não-feminista reivindicamos o status de um poder autônomo em relação ao poder feminista sobre a terra, e exigimos a plena medida de cortesia diplomática devido a esse status. Uma série de comportamentos, por parte de qualquer feminista ou grupo feminista, será considerada como atos de grosseria ou agressão direta — e a codificação de tais comportamentos será um projeto em andamento no curso do discurso esclarecedor. Para o bem de todo o mundo, aconselhamos as feministas a procurar aconselhamento não-feminista sobre todos os assuntos relativos ao Direito, à cultura, às políticas públicas e ao bem-estar comum.
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/the-non-feminist-sector-is-sovereign.html
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/the-non-feminist-sector-is-sovereign.html
O Feminismo e o Supremacismo Feminino Podem Ser Embalados em Caixas Separadas?
A análise contrafeminista conclui que o feminismo e o supremacismo feminino são termos intercambiáveis, e afirmamos que nenhuma outra análise irá gerar adesão política eficaz.
Você pode concordar, ou não, que o feminismo é igual ao supremacismo feminino — porém o supremacismo feminino como um dado não é de se duvidar. Está por aí afora. É real. É uma parte do mundo. E se você estiver de fato empenhado em se opor a ele você não pode evitar de questionar como ele se relaciona com o feminismo.
Como é que a ausência de um afetaria o outro, e qual é a química exata da co-existência deles? Os dois estão em contradição entre si? Eles estão em simbiose entre si? Um é parte integrante do outro? Ou será que eles correm em trilhos separados alheios um ao outro? Caso você se oponha ao feminismo, e ainda acredita que o supremacismo feminino é um objeto separado, isolado, então como calcular precisamente o fator político do supremacismo feminino? O que você pensa a respeito disso tudo? Como não considerar tais questões?
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/can-feminism-and-female-supremacism-be.html
Você pode concordar, ou não, que o feminismo é igual ao supremacismo feminino — porém o supremacismo feminino como um dado não é de se duvidar. Está por aí afora. É real. É uma parte do mundo. E se você estiver de fato empenhado em se opor a ele você não pode evitar de questionar como ele se relaciona com o feminismo.
Como é que a ausência de um afetaria o outro, e qual é a química exata da co-existência deles? Os dois estão em contradição entre si? Eles estão em simbiose entre si? Um é parte integrante do outro? Ou será que eles correm em trilhos separados alheios um ao outro? Caso você se oponha ao feminismo, e ainda acredita que o supremacismo feminino é um objeto separado, isolado, então como calcular precisamente o fator político do supremacismo feminino? O que você pensa a respeito disso tudo? Como não considerar tais questões?
Translated by Charlton Heslich Hauer from: http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/can-feminism-and-female-supremacism-be.html
Subscribe to:
Posts (Atom)